Já nos templos bíblicos assim acontecia, o sétimo dia, era o dia de descanso. Para nós não foi ao 7º dia, mas que era Domingo, não havia dúvida alguma. E assim foi, passamos o dia todo na piscina. Entre brincadeiras, sonecas e algumas birras como condimento do dia, almoçamos umas sandocas muito saborosas por sinal, pois foi necessário pedir mais uma…
Só à noite saímos para jantar num restaurante ao lado do Hotel e de seguida fomos dar uma volta por ruas com imensas lojas comerciais.
No Egipto apesar da aparência caótica do trânsito, do lixo no chão, e da desorganização urbanística,
que nos leva a pensar estarmos noutro mundo, há de tudo. Basta estarmos atentos aos milhares de bazares, que se encontram porta sim, porta sim, para verificarmos que apesar da aparência de lojas tipo chineses, podemos encontrar: farmácias, cosméticos, lojas de telemóveis (a pacotes), oculistas, lojas de roupa interior sexy – inimaginável !?! Se a maior parte das mulheres tem de andar toda tapada, parece estranho que possam usar aquelas roupas. O que nos leva a crer que o pudismo demonstrado é só para “Inglês ver” – enfim culturas… - lojas de roupas, acessórios, sapatos, tabaco, cafés, … enfim de tudo.Ao percorrermos as ruas, não são capazes de disfarçadamente comentar sobre nós. Têm todos que rir, dar uma graçola ou até mesmo perguntam de onde somos, isto, caso não tentem adivinhar de onde vimos. Ao respondermos Portugal, todos sem excepção de nenhum falam-nos do Manuel José, como um excelente treinador, do Cristiano Ronaldo como o melhor do mundo e alguns ainda se lembram do Figo.
Entre avenidas e ruelas “manhosas”, como são apelidadas pelo Diogo caminhamos até ao Hotel e terminamos assim este nosso dia.
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