segunda-feira, 2 de agosto de 2010

5º dia
Já nos templos bíblicos assim acontecia, o sétimo dia, era o dia de descanso. Para nós não foi ao 7º dia, mas que era Domingo, não havia dúvida alguma. E assim foi, passamos o dia todo na piscina. Entre brincadeiras, sonecas e algumas birras como condimento do dia, almoçamos umas sandocas muito saborosas por sinal, pois foi necessário pedir mais uma…
Só à noite saímos para jantar num restaurante ao lado do Hotel e de seguida fomos dar uma volta por ruas com imensas lojas comerciais.
No Egipto apesar da aparência caótica do trânsito, do lixo no chão, e da desorganização urbanística, que nos leva a pensar estarmos noutro mundo, há de tudo. Basta estarmos atentos aos milhares de bazares, que se encontram porta sim, porta sim, para verificarmos que apesar da aparência de lojas tipo chineses, podemos encontrar: farmácias, cosméticos, lojas de telemóveis (a pacotes), oculistas, lojas de roupa interior sexy – inimaginável !?! Se a maior parte das mulheres tem de andar toda tapada, parece estranho que possam usar aquelas roupas. O que nos leva a crer que o pudismo demonstrado é só para “Inglês ver” – enfim culturas… - lojas de roupas, acessórios, sapatos, tabaco, cafés, … enfim de tudo.
Ao percorrermos as ruas, não são capazes de disfarçadamente comentar sobre nós. Têm todos que rir, dar uma graçola ou até mesmo perguntam de onde somos, isto, caso não tentem adivinhar de onde vimos. Ao respondermos Portugal, todos sem excepção de nenhum falam-nos do Manuel José, como um excelente treinador, do Cristiano Ronaldo como o melhor do mundo e alguns ainda se lembram do Figo.
Entre avenidas e ruelas “manhosas”, como são apelidadas pelo Diogo caminhamos até ao Hotel e terminamos assim este nosso dia.

domingo, 1 de agosto de 2010

4º dia
Mais um dia de visita. Hoje a nossa intensão foi descobrir as famosas pirâmides, que por sinal ficam mesmo aqui ao lado.
Apanhamos novamente um taxi e lá fomos nós até o interior de Giza, a um bairro pobre, onde no centro se encontravam os meios de transporte para as priâmides, Camelo, Cavalo, ou Carroça. Depois de ouvido o comerciante dos transporte, optamos por ir numa carroça com uma pequena "cabine" que nos protegia do sol e com "ar condicionado!?!".

Já em viagem na carroça, para surpresa nossa, andamos contra-a-mão na estrada principal, porém nada para nos preocurparmos, pois até passamos pela policia, a qual não demosntrou qualquer ar de indignação. Enfim coisas que nós ocidentais não pensaríamos serem possíveis acontecer.
Chegados à porta de acesso ao local de visita das pirâmides, o nosso guia dêu-nos apenas dois bilhetes para a mão e aconselhou-nos dizer aos guardas que o Diogo tinha 5 anos. Assim o fizemos. Mas o guarda não foi na cantiga à primeira, pediu até o passaport para verificar a idade Diogo e tivemos de dizer que tinhamos deixado no Hotel, que por acaso ... era verdade. Depois de insitirmos e dizer que ele tinha 5 anos o guarda perguntou ao Diogo a idade, e ele, atrapalhado respondeu 9. Sorte a nossa, ninguém percebe português nestas bandas e dissemo-lhos para responder 5 em inglês. Ao fim de alguns, poucos segundos, o guarda deixou-nos passar com ar pouco convencido, ao que rematei dizendo: sim, ele é muito grande para a idade, nós sabemos.
Esqueci-me de comentar, que os bilhetes de entrada que adquirimos não contemplava a ida ao interior das pirâmides, pois foi-nos dito que já não existia nada, para além de túneis baixos, para serem atravessados com costas baixas e nas câmaras já não existem múmias nem requilíquias, pois foi tudo levado para o museu do Egipto. Para tristeza de todos, pois penso que nos queríamos "armar" em Indian Jones e descobrir o que ainda ninguém tinha descoberto. Tolice a nossa, claro.

De volta à realidade, visitamos as pirâmides de Gizé, por fora, vimos também a Esfinge e tiramos fotografias como se estivessemos a tocar nas pirâmides por sugestão do guia. Tiramos algumas fotos com um camelo, mas tivemos que pagar a dono 50 libras egípcias pela cedência do camelo. Os egípcianos como diz o Guilherme, vivem à custa do turismo e temos de pagar tudo. Até ao policia, por ser simpatico connosco ao verificar que o dono do camelo estava a ser presistente com o regateio.
Na viagem de regresso foi a vez o guia da carroça pedir uma cortesia em dinheiro. Deixou-nos num museu do papiro onde aprendemos o processo de corte da planta, que não sei dizer o nome, e tratamento até ser uma folha, um papiro. Lá queriam que comprassemos um papiro por cada criança. Mas não fomos 100% na fita e apenas trouxemos 1 papiro onde escreveram em árabe o nome dos 3 rapazes.

À porta do museu lá estava o taxista, para nos levar de volta ao Hotel. Onde na pisicina nos aguardam um grupo de crianças, que apenas sabem dizer Vascoooooo! Hello!..... Tantas vezes que até nos sufocam. Se tentamos falar com elas não conseguimos, porque apenas sabem perguntar: "what is your name?" e nada mais, mas têm sempre um grande sorriso para nos darem.